Alunos de Design apresentam projetos para uso racional da água, em inglês

DesignUm grupo de 25 alunos de graduação do curso de Design de Produto da UFPR apresentou hoje em Curitiba (dia 23), a uma banca de cinco professores estrangeiros, em inglês, os projetos que desenvolveram para a disciplina “Design of Product-Service Systems towards a Distributed”. No final, também houve a premiação da equipe que criou o melhor projeto – o Hidrolab, que possibilita o monitoramento de sistemas de água das casas da Cohab com o uso do celular.  O grupo participará de uma competição internacional do gênero que ocorrerá em outubro, em Milão (Itália).

Com 30h de duração, a disciplina começou a ser desenvolvida há duas semanas e foi oferecida em inglês, alinhando-se aos esforços de internacionalização da UFPR. Além do desafio de elaborar e de apresentar os projetos neste idioma, os alunos foram estimulados a desenvolver conceitos inovadores para o uso racional da água em moradias voltadas a populações de baixa renda. A apresentação ocorre um dia após o Dia Mundial da Água.

Participaram da banca os professores Fabrizio Ceshin (Brunel University, Inglaterra),  Muralidhar Reddy (India), Ritu Sonalika (India), Aine Petrulaityte (Lituânia), Leonardo Castillo (Colombia, UFPE) e Ranjani (India).O curso corrresponde a uma das etapas do projeto International Learning Network on Sustainability (LeNSin), financiado pelo Programa Erasmus, que objetiva a produção de material didático a ser distribuído gratuitamente e apoiar o professor na formação de alunos de design com conhecimentos de sustentabilidade. A UFPR tem como parceiros neste projeto a Brunel University (da Inglaterra), a Srishti Institute of Art, Design and Technology (da Índia), a empresa brasileira Tigre e ainda a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT).

Design e sustentabilidade

O professor Aguinaldo dos Santos, coordenador do Núcleo de Design e Sustentabilidade da UFPR, disse que quatro turmas de todos os períodos do curso participam do projeto, voltado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil/mês. “O desafio do pessoal é não apontar o perfil do produto, mas um serviço, com visão sistêmica”, comentou.

O professor Fabricio Ceshin destacou o fato de o projeto desenvolver conhecimento e material didático visando a economia distribuída, com a participação de atores locais. “A principal contribuição é a produção de material didático para a formação de futuros designers que sejam capazes de desenvolver soluções social, ambiental e economicamente melhores”, avaliou.

O estudante Leonel da Silva Nichelle, do 3º período do curso, disse que a experiência foi muito boa. “Foi a primeira vez que tivemos aulas com professores do Exterior. Também tivemos um bom conteúdo novo para o desenvolvimento do projeto, no caso, um sistema para distribuição de água para pessoas em situação precária”, comentou.

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